Domingo, 6 de Abril de 2008

Obrigado.

Estou cansada.

Cansada nem será a palavra mais certa, saturada talvez. Já nem sei o que digo, ou escrevo. A minha vida está pelas ruas da amargura; estou a desesperar.

Sempre que me ergo dos meus lençóis, um turbilhão de sentimentos assola o meu ser. A vontade que mais me atinge, é aquela de ficar lá, naquele ninho quente de lençóis brancos, deitar a minha cabeça na doçura da almofada que presenciou com todas as minhas lágrimas, que abafou todos os meus gritos e acalmou toda a minha dor.

Sinto-me fraca sempre que sou obrigada a abandonar o meu quarto, o templo que me protege daqueles que me odeiam pelo simples motivo de eu existir. Não sou feliz, e sempre que procuro por essa felicidade é impressionante a força com que levo com a porta na cara. Ao fim de tanto tempo a tentar lutar contra o destino, deixei-me cair no grande buraco que se foi formando. A minha vida perdeu valor, e eu perdi as forças; sem razões para continuar, deixei-me permanecer naquele poço sem fundo, naquele lugar onde a esperança nunca chegará pela inexistência de luz, e esperança.

Um dia, à algum tempo atrás, jurei a mim mesma que o Futuro seria diferente, que vingaria toda a minha dor. Jurei, com as lágrimas a rolarem pela minha face, que todos aqueles que me magoaram, me calcaram, me arrancaram a alegria de viver, me jogaram num canto vazio e frio, aqueles que tiraram de mim toda a confiança; pagariam com o seu sangue, com a sua própria dor. Pois bem, arrependo-me de ter jurado algo assim, sinto-me suja por algum dia ter pensado fazer o que eles me fizeram, tenho nojo por um dia ter pensado fazer os outros passarem por tudo o que eu um dia passei… Neste momento, já não juro mais. Na verdade, nem teria forças para completar tal profecia; a minha alma morreu, apenas o meu corpo sobrevive.

 Os sorrisos são escassos mas a dor é constante.

Só queria ter forças suficientes para agradecer a todos aqueles que me amaram, e que me apoiaram; no entanto, é impossível… Levaram de mim tudo o que me restava, tudo está gelado por dentro. O Calor que antes me aqueceu, já não aquece mais, o coração passou a bater lenta e ruidosamente ; não existe saída, as portas fecham-se cada vez com mais força a luz desapareceu por completo, e todos aqueles que me Amaram deixaram de lutar por mim, pela minha salvação…

O meu mais ínfimo desejo é gritar aos sete ventos que, apesar de ter desistido, levo no meu coração, cada nome, cada gesto, cada palavra ... Acabe quando acabar, vá para onde for do meu coração nunca sairão. Tudo o que fizeram não foi em vão, foi algo importante e único, algo que marcará as vossas personalidades como algo nunca feito antes.

Do fundo do meu coração, com todas as palavras brilhantes à face da terra, com um sorriso nos lábios graças a vocês, OBRIGADO… Para mim pode ter acabado, mas existem coisas que nem a morte consegue levar, e uma delas é o que vocês fizeram por mim.

Eternamente no meu Coração. Esteja onde estiver. Faça o que Fizer. Amar-vos-ei através de mil universos.

 

Para os que me apoiaram. OBRIGADO.

 

~GPAS, Sorrisos Valem por mil Palavras

~BF, Passado Presente e Futuro

~Familia, Nem sempre pelo melhor Caminho mas com a melhor intenção.

~Importantes em Todos os Momentos.

~(A)migos, alguns momentos mas não todos.

[Sem nomes, apenas indicações! Esses saberão quem são<3]

Scribbles Meddlyn às 21:37
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1 comentário:
De Titarmi a 8 de Abril de 2008 às 19:37
Belo blog, é a 1º ves k cá venho!
e adorei! mts, mas mts bjs!

ass: Titarmi


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